Por que o link da teleconsulta Doctoralia não chegou por WhatsApp em um agendamento de última hora?

Em um agendamento de teleconsulta feito com menos de dez minutos de antecedência, a Doctoralia envia o link imediatamente apenas por e-mail. A página oficial do Feegow informa que WhatsApp e e-mail são usados quando a consulta é marcada com mais de dez minutos de antecedência.

A documentação não explica o comportamento para exatamente dez minutos. Esse ponto não deve ser preenchido por suposição. Quando a marcação cai no limite ou o paciente não encontra a mensagem, confira o e-mail e use o fluxo manual documentado com o profissional responsável.

Qual canal a Doctoralia usa conforme a antecedência?

O guia da integração divide o envio em dois cenários. Para consultas agendadas com mais de dez minutos de antecedência, o paciente recebe o link automaticamente por WhatsApp e e-mail. Para consultas agendadas com menos de dez minutos, o link é enviado imediatamente após a confirmação, somente por e-mail.

Essa regra vale para as teleconsultas descritas no artigo, independentemente de a marcação ter sido realizada pela clínica ou pelo próprio paciente. Portanto, a origem operacional do agendamento não muda os dois canais informados para cada faixa de antecedência.

O artigo não atribui ao WhatsApp uma falha quando o agendamento ocorre com menos de dez minutos. Nesse cenário, a ausência da mensagem no aplicativo é compatível com o comportamento publicado. A primeira verificação deve ser o endereço de e-mail cadastrado e a caixa de entrada correspondente.

Esse comportamento é diferente da regra geral abordada em notificações da Doctoralia após remarcação. Aqui, o tema é o canal usado para entregar o link de uma teleconsulta de última hora, não a configuração de confirmação ou remarcação.

O que acontece quando faltam exatamente dez minutos?

A fonte usa “mais de 10 minutos” para WhatsApp e e-mail e “menos de 10 minutos” para e-mail imediato. Ela não declara qual regra se aplica quando a antecedência é exatamente dez minutos. Nenhuma das duas frases cobre a igualdade.

Não transforme essa lacuna em uma terceira regra. Também não arredonde o horário para afirmar que haverá WhatsApp. O tempo usado pelo sistema pode depender do instante de confirmação, mas a página consultada não fornece uma definição técnica desse cálculo.

Inferência operacional: trate exatamente dez minutos como resultado não documentado. Oriente a equipe a conferir o e-mail e preparar a recuperação manual pelo profissional. Se a clínica precisa de uma garantia para esse limite, peça confirmação ao suporte e teste antes de escrever um procedimento definitivo.

Registre o horário da consulta, o horário da confirmação e os canais observados usando uma marcação sintética autorizada. Não use uma experiência isolada para publicar uma regra geral que contradiga ou amplie a documentação.

Quais dados precisam estar corretos para o envio automático?

O guia recomenda manter um número de celular com DDD e um endereço de e-mail válido no cadastro. Esses dados são usados para as notificações e para o envio automático do link. Um contato ausente ou incorreto cria outro problema, separado da faixa de antecedência.

Confira o mínimo necessário para resolver a entrega. A equipe não precisa copiar prontuário, motivo da consulta ou outras informações clínicas para investigar se um e-mail ou celular estava cadastrado. A verificação deve ocorrer dentro das telas e permissões aprovadas pela clínica.

Inferência operacional: antes de confirmar uma teleconsulta de última hora, peça que a pessoa valide o canal de contato por um procedimento seguro. Não leia o endereço completo em voz alta em local compartilhado nem envie o link para um contato alternativo sem autorização e verificação.

Não confunda presença de contato com prova de entrega. O cadastro correto permite o envio descrito, mas a página não oferece uma garantia de recebimento, leitura ou acesso. O resultado final deve ser confirmado pelo canal aprovado quando houver dúvida.

Onde o profissional pode recuperar o link manualmente?

O artigo apresenta três locais. A forma indicada é a conversa com o paciente na Mensageria da Doctoralia, onde fica o link oficial. O profissional também pode copiar o link no prontuário do Feegow depois de iniciar a teleconsulta, ou nos detalhes da consulta no painel de agendamentos da Doctoralia.

A página informa que o link não fica mais disponível na tela comum de agendamento. Por isso, procurar apenas nessa tela pode dar a impressão de que não existe recuperação manual. O profissional deve usar um dos caminhos específicos descritos no guia.

O acesso manual tem uma limitação de perfil. Somente o profissional responsável pelo atendimento consegue visualizar ou copiar o link. Usuários com perfil Recepção, Administrativo ou Master não conseguem fazê-lo no Feegow ou na Doctoralia segundo a fonte.

Inferência operacional: defina uma escalada curta para o profissional responsável quando a recepção identificar o problema. Não compartilhe credenciais nem aumente permissões para contornar a restrição. O fluxo precisa respeitar a função que o fornecedor autoriza a acessar o link.

Como compartilhar o link manual sem ampliar a exposição?

O guia permite que o profissional copie o link e o compartilhe pelo canal usado pela clínica. Essa instrução operacional não declara que qualquer canal é adequado para qualquer contexto. A clínica ainda precisa aplicar suas regras de identidade, privacidade, retenção e comunicação.

Inferência operacional: prefira a Mensageria da Doctoralia quando ela fizer parte do fluxo aprovado, pois a própria página a apresenta como caminho indicado. Se outro canal for necessário, confirme o destinatário, envie apenas o link oficial e evite acrescentar detalhes sobre a consulta.

Não cole o link em planilhas, tickets gerais, ferramentas de marketing ou conversas internas sem controle de acesso. Um link de teleconsulta é um dado operacional sensível. Registre somente que a recuperação foi concluída, por qual canal aprovado e por qual função autorizada.

A regra de canais deste artigo também não substitui políticas gerais de mensageria. O conteúdo sobre lembretes e lista de espera explica por que comunicação e ocupação da agenda devem ser medidas separadamente.

Qual fluxo usar quando a teleconsulta começa em poucos minutos?

Comece verificando se a antecedência está abaixo de dez minutos. Nesse caso, procure o e-mail enviado após a confirmação. Confirme que o cadastro contém e-mail válido. Se a mensagem não for encontrada, acione o profissional responsável para recuperar o link em um dos locais documentados.

No horário do atendimento, o guia orienta alterar manualmente o status para Aguardando. Essa ação informa ao sistema que o paciente pode entrar na sala de espera. Depois, o profissional acessa a aba Espera, localiza a consulta e seleciona Atender Online.

Inferência operacional: use um checklist curto com horário da confirmação, faixa de antecedência, e-mail verificado, profissional acionado, link recuperado e acesso confirmado. Não marque a entrega como resolvida apenas porque alguém abriu a tela onde o link deveria estar.

Se a consulta também foi remarcada, preserve o histórico e a origem correta. O uso correto do fluxo Remarcar no Feegow explica por que uma simples mudança de status não atualiza a integração.

Como testar esse comportamento sem usar uma consulta real?

Use contatos de teste controlados e uma teleconsulta sintética autorizada. Execute um cenário com mais de dez minutos e outro com menos de dez minutos. Registre os canais que receberam o link e o tempo observado após a confirmação, sem inserir dados de pacientes.

Crie um terceiro cenário exatamente no limite apenas para observar o produto. O resultado deve ser registrado como comportamento observado naquele teste, não como regra oficial. A documentação consultada continua sem definir a igualdade de dez minutos.

Teste também a recuperação por função. Confirme que o profissional responsável consegue usar os caminhos documentados e que Recepção, Administrativo e Master não são orientados a procurar um controle que a fonte diz estar indisponível para esses perfis.

Inferência operacional: guarde somente identificadores sintéticos, horários, faixa testada, canal esperado, canal observado, perfil usado e resultado. Apague links temporários e registros de teste segundo o procedimento da clínica. Não reutilize o link em demonstrações ou material de treinamento.

O que deve ser monitorado no processo?

Monitore teleconsultas confirmadas perto do início, falhas de contato, recuperações manuais, tempo até o paciente acessar e casos no limite exato. Separe ausência esperada de WhatsApp abaixo de dez minutos de problemas reais no e-mail ou no cadastro.

Inferência operacional: revise incidentes por faixa de antecedência e canal. Uma categoria simples evita que toda ausência de WhatsApp seja enviada ao suporte como falha. Encaminhe somente os casos que contradizem a regra documentada ou permanecem sem solução após o fluxo aprovado.

Quando uma mudança de horário ocorre, mantenha o canal de ação separado da origem do agendamento. O guia sobre preservar a origem após remarcação ajuda a evitar que uma recuperação manual altere a atribuição histórica.

Revise a fonte antes de atualizar o procedimento. Limites de canal, telas e permissões podem mudar. Até nova documentação, mantenha as afirmações estritas: mais de dez minutos, WhatsApp e e-mail; menos de dez, somente e-mail; exatamente dez, não documentado.

Perguntas frequentes

Agendamento com menos de dez minutos recebe WhatsApp?

Não segundo o guia consultado. Nesse cenário, a Doctoralia envia o link imediatamente após a confirmação apenas por e-mail.

O que acontece com exatamente dez minutos?

A documentação não informa. Ela descreve apenas mais de dez e menos de dez minutos. Confira o e-mail e use o fluxo manual sem prometer um canal.

A recepção pode copiar o link da teleconsulta?

Não pelo fluxo documentado. A página diz que somente o profissional responsável pode visualizar ou copiar o link. Recepção, Administrativo e Master não têm esse acesso.

O envio muda quando a clínica faz o agendamento?

Não nessa regra. O artigo afirma que o envio automático ocorre em todas as teleconsultas, independentemente de a marcação ter sido feita pela clínica ou pelo paciente.

Referências

Por que a agenda de equipamento do Feegow não aparece na Doctoralia?

A agenda de equipamento do Feegow não aparece na Doctoralia porque esse tipo de grade não pode ser compartilhado para agendamentos externos. O Feegow permite cadastrar o equipamento e criar seus horários, mas a documentação da integração afirma que a agenda online funciona somente de profissional para profissional.

Por isso, abrir a grade de uma sala, cadeira, aparelho ou outro recurso no Feegow não publica essa capacidade na Doctoralia. A agenda do profissional e a agenda do equipamento continuam sendo recursos distintos. Uma disponibilidade externa do profissional não comprova que o equipamento necessário está livre.

O Feegow permite criar uma grade para equipamento?

Sim. O guia de configuração informa dois caminhos para acessar a Grade de Equipamentos. Um parte de Agenda > Equipamentos Alocados. O outro parte de Cadastros > Equipamentos e abre a Grade de Horários do recurso escolhido.

A criação segue o mesmo fluxo básico usado para a grade de profissionais de saúde. Isso permite organizar horários internos do equipamento e aplicar o limite de encaixes descrito na própria página. A semelhança de configuração, porém, não significa que todas as opções de publicação tenham o mesmo alcance.

O mesmo guia encerra a seção de equipamento com uma restrição direta: não é possível compartilhar a Grade de Equipamento para agendamentos externos. A página geral da integração confirma o limite e diz que a agenda online funciona apenas de profissional para profissional.

Essa diferença também evita confundir o problema com horários personalizados que não aparecem na Doctoralia. Horários personalizados tratam do formato de uma grade profissional. A agenda de equipamento está fora do compartilhamento externo como categoria de recurso.

Por que marcar a grade profissional não publica o equipamento?

O guia descreve Exibir na Doctoralia como a opção usada para compartilhar a grade do profissional no marketplace. A seção dedicada aos equipamentos informa que a grade desse recurso não pode ser compartilhada externamente. Uma configuração válida para o profissional não remove o limite documentado para o equipamento.

Imagine um exame que exige uma profissional e um aparelho. A Doctoralia pode receber a disponibilidade da profissional conforme a integração permitida. A documentação não diz que a capacidade do aparelho acompanha esse envio. Tratar os dois recursos como se fossem uma única agenda criaria uma promessa que as fontes não sustentam.

Inferência operacional: considere o horário publicado como disponibilidade do profissional, salvo quando um fluxo aprovado provar outra garantia. Antes de oferecer externamente um serviço dependente de equipamento, a clínica precisa definir como validará a capacidade desse recurso no Feegow.

O artigo sobre novo profissional que não aparece na Doctoralia cobre outro limite. Nesse caso, cadastro e grade ainda exigem intervenção de suporte para concluir o perfil integrado. Aqui, mesmo um equipamento corretamente cadastrado não ganha uma agenda externa.

Qual é o risco para serviços que dependem de equipamento?

O risco é oferecer um horário de profissional sem ter comprovado o recurso necessário para realizar o serviço. Isso pode levar a uma revisão manual, troca de horário ou impossibilidade operacional. As fontes não afirmam que a Doctoralia verificará a grade interna do equipamento antes de aceitar a marcação.

Inferência operacional: classifique quais procedimentos dependem de sala, aparelho, cadeira ou outro recurso com capacidade limitada. Para cada serviço, documente se a agenda online pode ser aberta com segurança, se exige conferência antes da confirmação ou se deve permanecer em um canal interno.

Não tente compensar o limite aumentando encaixes ou usando um bloqueio genérico. O controle de encaixe em horário bloqueado resolve uma regra interna diferente. Ele não cria sincronização da agenda de equipamento com a Doctoralia.

Também não use informações do paciente para testar disponibilidade. A decisão depende de horário, profissional, local, procedimento e recurso. Dados de contato, motivo clínico e observações não ajudam a provar se a grade do equipamento foi publicada.

Como confirmar que o problema é o limite de equipamento?

Primeiro, confirme que o recurso investigado é um equipamento cadastrado, e não um profissional ou local. Abra a grade pelos caminhos documentados e registre somente o identificador interno permitido, a unidade e o intervalo de teste.

Depois, compare a grade interna do equipamento com a grade do profissional associada ao serviço. Verifique a disponibilidade publicada na Doctoralia sem usar uma marcação real. A ausência do equipamento como agenda externa é compatível com o limite declarado pelas duas páginas oficiais.

Inferência operacional: execute um teste sintético autorizado com um intervalo em que o profissional esteja disponível e o equipamento esteja indisponível. O objetivo é observar se o canal externo consegue distinguir os recursos. Não conclua que existe sincronização quando ambos aparecem livres por coincidência.

Se a grade profissional também não aparecer, investigue esse segundo problema separadamente. A publicação pode depender de configuração da unidade, grade suportada ou manutenção da integração. O artigo sobre feriados no Feegow e na Doctoralia mostra outro exemplo de controle interno que não reflete automaticamente na agenda online.

Que alternativas operacionais não prometem integração inexistente?

A documentação consultada estabelece o limite, mas não prescreve uma única alternativa para cada clínica. A escolha depende do contrato, do serviço, da capacidade do recurso e do procedimento aprovado pela operação. Ela não deve ser apresentada como função nativa da integração.

Inferência operacional: uma clínica pode manter o serviço fora do agendamento externo, exigir conferência da recepção antes de confirmar, reservar capacidade do equipamento em blocos compatíveis com a grade profissional ou oferecer apenas horários cuja capacidade foi previamente protegida. Cada alternativa precisa de teste e responsável definidos.

Evite uma segunda agenda informal sem reconciliação. Se a equipe usar uma lista auxiliar, determine quem a atualiza, qual sistema decide em caso de conflito e quanto tempo pode passar entre mudança e revisão. Uma planilha solta não se torna fonte confiável apenas porque está fora da integração.

Quando o serviço puder ser agendado internamente, registre o equipamento pelo fluxo permitido no Feegow. Não descreva esse processo como publicação na Doctoralia. O paciente e a recepção precisam receber uma confirmação coerente com o horário que a clínica realmente consegue cumprir.

Como testar o processo sem envolver pacientes reais?

Use um profissional, um equipamento e um procedimento sintéticos ou autorizados no ambiente definido pela clínica. Crie intervalos controlados: ambos livres, apenas profissional livre, apenas equipamento livre e ambos ocupados. Não use nomes, telefones, e-mails ou detalhes clínicos reais.

Registre o que aparece na agenda interna e o que fica disponível no canal externo. O teste deve demonstrar a diferença entre a grade compartilhável do profissional e a grade interna do equipamento. Uma captura precisa ocultar identificadores ou dados que não sejam necessários à evidência.

Inferência operacional: o critério de aprovação deve exigir que nenhum horário seja oferecido quando o recurso obrigatório não está garantido pelo processo definido. Se o canal externo não consegue fazer essa verificação, a operação precisa bloquear, revisar ou retirar aquele serviço da oferta automática.

Repita o teste quando a clínica adicionar um equipamento, mudar a unidade, alterar a grade do profissional ou modificar o procedimento associado. Uma validação antiga não prova a capacidade atual. Registre data, cenário, resultado e responsável pela revisão.

O que deve ser monitorado após a implantação?

Monitore marcações externas de serviços dependentes de equipamento, divergências entre profissional e recurso, revisões manuais, mudanças de horário e falhas encontradas no teste sintético. Separe uma limitação conhecida da integração de um erro novo na grade profissional.

Inferência operacional: trate cada divergência como item de reconciliação com identificador interno aprovado, unidade, serviço, intervalo, recurso necessário, decisão tomada e responsável. Não copie informações clínicas nem contatos para relatórios gerais de operação ou marketing.

Revise as páginas oficiais antes de mudar o processo. O fornecedor pode alterar capacidades e telas. Até que a documentação passe a permitir o compartilhamento, a afirmação segura continua sendo a publicada: a grade de equipamento não está disponível para agendamentos externos.

Se o suporte informar um recurso contratual diferente, peça a confirmação por escrito e teste no ambiente da clínica antes de ampliar a oferta. Uma exceção comercial específica não deve ser tratada como comportamento geral do produto.

Perguntas frequentes

Posso criar uma grade de equipamento no Feegow?

Sim. O Feegow documenta a Grade de Equipamentos e permite acessá-la pela agenda de equipamentos alocados ou pelo cadastro do equipamento.

A grade de equipamento pode ser exibida na Doctoralia?

Não segundo as páginas oficiais consultadas. O guia diz que a grade de equipamento não pode ser compartilhada para agendamentos externos, e a integração funciona entre profissionais.

Marcar Exibir na Doctoralia na grade profissional resolve?

Não para o equipamento. Essa opção publica a grade compatível do profissional. Ela não transforma a grade do recurso em agenda externa.

A Doctoralia verifica se o equipamento está livre?

As fontes mapeadas não documentam essa verificação. A clínica não deve prometer o controle até ter um fluxo aprovado e testado que garanta a capacidade necessária.

Referências

Why Does Google Calendar events.list Return an Appointment That Starts Before timeMin?

Google Calendar can return an event that starts before timeMin because events.list uses overlap boundaries. The API defines timeMin as an exclusive lower bound on an event’s end time. It defines timeMax as an exclusive upper bound on an event’s start time.

Those definitions do not mean “event start must fall inside the window.” They mean an event can qualify when it overlaps the window. A 9:30 to 10:30 appointment can appear in a request bounded from 10:00 to 11:00 because its end is after 10:00 and its start is before 11:00.

What do timeMin and timeMax actually filter?

The events.list reference describes timeMin as the exclusive lower bound for an event’s end time. An event must end after that instant to qualify. An event that ends exactly at timeMin does not pass that boundary.

The same reference describes timeMax as the exclusive upper bound for an event’s start time. An event must start before that instant. An event that starts exactly at timeMax does not pass.

With both parameters present, the practical overlap test is event.end > timeMin and event.start < timeMax. That expression follows directly from Google’s two parameter definitions. It includes events crossing either inner edge while excluding events that only touch the outside boundary.

This behavior is separate from a Google Calendar FreeBusy error. FreeBusy reports occupancy intervals and can return per-calendar errors. events.list returns event resources under its own filtering contract.

Why does an event starting before timeMin still appear?

Consider a request from 10:00 to 11:00. An appointment starts at 9:30 and ends at 10:30. Its end is later than timeMin, and its start is earlier than timeMax. It overlaps the first half hour of the requested window, so the API includes it.

Now consider an appointment from 9:00 to 10:00. Its end equals the exclusive timeMin boundary. It does not occupy any time after 10:00, so it is excluded. An appointment starting at exactly 11:00 is also excluded because its start equals the exclusive timeMax boundary.

An event that starts at 10:30 and ends at 11:30 qualifies. Its start is before 11:00, even though its end falls outside the requested window. The API is finding events that intersect the interval, not events fully contained by it.

Operational inference: keep this overlap test in one shared calendar adapter and test both boundary-equality cases. Refiltering results by start time in a later service can erase valid conflicts that began before the visible booking window.

Does every returned event block appointment availability?

No such conclusion follows from events.list alone. The method returns event resources that match the request. Whether a result blocks a clinic slot depends on the application’s approved rules for event status, transparency, ownership, event type, calendar coverage, and scheduling policy.

Operational inference: separate retrieval from occupancy classification. First collect every event that overlaps the window under Google’s boundaries. Then apply a documented rule that decides which events block availability. Keep rejected events visible in diagnostic counts without copying their descriptions or attendee details into general logs.

A returned event also does not prove that every relevant calendar was queried. The article on secondary Google calendars in Jane shows how calendar coverage can be narrower than staff expect. Confirm calendar scope before declaring a provider free.

If the integration uses FreeBusy for occupancy, fail closed on per-calendar errors rather than converting an indeterminate response into open capacity. If it uses event resources, document the event fields that inform the block decision. Do not mix the two contracts in one success flag.

How do time zones affect the overlap window?

Google requires RFC3339 timestamps with a mandatory time zone offset for both parameters. The examples in the reference include an explicit numeric offset and UTC with Z. Milliseconds may be supplied, but Google says they are ignored.

The comparison concerns instants, not the clock labels shown to staff. A window expressed in one offset can overlap an event represented in another offset after both are normalized. Building bounds from a clinic’s local wall time without the intended offset can query a different interval.

Operational inference: derive the booking window in the clinic or provider time zone, convert it to RFC3339 with an explicit offset, and retain that zone context for display. Test daylight-saving transitions for every zone the product supports. Avoid using a server’s default zone as an unstated scheduling rule.

The optional timeZone parameter controls the time zone used in the response. If it is omitted, Google uses the calendar’s time zone. That response choice does not change the need to send valid, explicit offsets in timeMin and timeMax.

What changes when recurring events are involved?

The singleEvents parameter determines whether recurring series are expanded into instances. Its default is false. When true, the response contains one-off events and expanded instances rather than the underlying recurring event records.

Operational inference: a booking conflict check that needs occupied occurrences should choose its recurrence strategy explicitly. Do not assume that the default response has already expanded every appointment occurrence that intersects the requested period.

Use synthetic recurring events to test an occurrence that begins before timeMin, an exception moved into the window, and a cancelled instance. Verify the exact response shape under the chosen singleEvents and deletion settings before relying on it for capacity.

Can time bounds be reused with incremental synchronization?

No. The events.list reference says a request using syncToken cannot also specify timeMin, timeMax, updatedMin, iCalUID, orderBy, q, or the listed extended-property filters. Other parameters should remain the same as the initial synchronization.

A windowed query and an incremental mirror serve different jobs. The first asks which events overlap a period under the supplied bounds. The second asks which resources changed after a stored synchronization state. Combining their parameters is not a supported shortcut.

If a sync token expires, Google returns HTTP 410 and instructs the client to clear its synchronized store and run a full sync without that token. Recovering from Google Calendar 410 Gone covers that state transition in detail.

Operational inference: maintain one coherent calendar mirror with its sync cursor, then run overlap checks against that mirror or issue a separate bounded query. Do not silently fall back from a failed sync request to an empty result, because an empty result can be misread as open availability.

How should an overlap reconciliation test be designed?

Create synthetic events around a fixed window. Include one event wholly before it, one ending exactly at timeMin, one crossing timeMin, one inside the window, one crossing timeMax, one starting exactly at timeMax, and one wholly after it.

The expected included set contains the three events with positive overlap: the one crossing the lower bound, the one inside, and the one crossing the upper bound. Equality at either exclusive outer boundary does not qualify. Run the same cases with explicit offsets that represent the same instants.

Operational inference: record only synthetic calendar aliases, event fingerprints, normalized timestamps, request parameters, and inclusion results. Avoid patient names, attendee addresses, descriptions, or clinical notes. A conflict detector should not need those fields to prove interval behavior.

If the workflow later updates a reconciled event, protect newer edits with the conditional-write pattern described in Google Calendar ETag and If-Match handling. Correct overlap retrieval does not prevent a stale worker from overwriting a later change.

Frequently asked questions

Is timeMin a lower bound on event start time?

No. Google defines timeMin as the exclusive lower bound on an event’s end time. Events that begin earlier can still appear when they end after the boundary.

Is timeMax an upper bound on event end time?

No. Google defines timeMax as the exclusive upper bound on an event’s start time. An event can end later and still qualify when it starts before that boundary.

Does an event ending exactly at timeMin appear?

No. The bound is exclusive. An event whose end equals timeMin does not pass the documented lower-bound condition.

Can timeMin and timeMax be sent with syncToken?

No. Google lists both time parameters among those that cannot be combined with syncToken in an incremental synchronization request.

References

Why Did NexHealth Book the Correct Slot with the Wrong EHR Procedure Code?

NexHealth can return the intended time and still write an appointment with the wrong EHR appointment type or procedure code. The two outcomes come from different records. A NexHealth appointment type controls scheduling. An appointment descriptor represents an EHR-native appointment type or procedure code used when the appointment is written to the connected system.

The practical failure is easy to miss because the booking itself can succeed. If the NexHealth appointment type has no mapped descriptor, NexHealth says the appointment can land in the EHR with the practice’s default appointment type. The office may then need to correct the EHR record manually.

What is the difference between an appointment type and a descriptor?

NexHealth describes appointment types as its own scheduling construct. They are not read from or written to the target EHR. A product can create types such as a cleaning, exam, or root canal, assign a duration, and attach each type to selected working hours. Those records answer what a provider can be booked for and when.

Appointment descriptors come from the EHR. NexHealth uses that term for EHR-native appointment types and procedure codes exposed by supported integrations. A descriptor can determine how a booked visit appears in the practice system and which code reaches downstream office processes.

Similar names do not make the records interchangeable. A NexHealth type named “Cleaning” and an EHR type named “New Patient Cleaning” remain separate entities. One organizes the booking interface. The other controls the EHR write. Matching their labels in application code does not create the documented mapping.

This distinction also separates the present issue from NexHealth returning no available slots. Missing slots concern working hours, calendar unavailability, and type assignment. A wrong EHR code appears after a slot has already been selected.

How can the correct time produce the wrong EHR type?

The scheduling guide explains that /available_slots uses an appointment_type_id to narrow eligible working hours and set slot length. Appointment descriptors do not participate in that calculation. A slot can therefore be correct even when the selected NexHealth type has no descriptor mapping.

When the application later posts the appointment with that type, NexHealth adds the associated descriptors to the EHR write. If no descriptor is mapped, the guide says the appointment uses the practice’s default EHR appointment type. That default may differ from the service chosen by the patient or staff member.

The result is not evidence that availability calculation failed. It shows that slot selection and EHR localization passed through different configuration layers. Repeating the availability request will not repair the missing descriptor relationship.

Appointment creation has its own separate guard. NexHealth v3 appointment validation explains why an accepted POST is not proof that a time was inside working hours. That rule does not replace descriptor mapping either.

How should descriptors be retrieved and mapped?

NexHealth provides GET /locations/{id}/appointment_descriptors for the descriptors available at one location. The location scope matters. Its scheduling guide warns that codes may be shared conceptually across practices while their NexHealth descriptor identifiers can differ by location.

After retrieving the intended descriptor, associate its identifier with the NexHealth appointment type through emr_appt_descriptor_ids. NexHealth documents this mapping on the appointment type. Subsequent appointments posted with that appointment_type_id include the mapped EHR-specific type or procedure code.

Do not infer the identifier from the visible code label, copy it from another location, or keep an old identifier after an EHR migration. Retrieve the current location’s supported descriptors and have the practice confirm which EHR type or code represents each offered service.

Operational inference: store the mapping with institution, location, NexHealth appointment type, descriptor identifier, descriptor kind, review date, and an approved status. Reject or hold a booking path when the required mapping is absent instead of guessing from a similar name.

Does every connected EHR support the same descriptors?

No. The descriptor endpoint lists separate sets of integrations for procedure codes and EHR-specific appointment types. Support for one descriptor kind does not establish support for the other, and a connector absent from the current list should not be treated as compatible because another connector returned similar data.

The supported list is a current vendor capability statement. Review the live endpoint documentation before enabling descriptor-dependent booking for a clinic. A configuration that worked under one EHR should be reviewed again after a connector, location, or practice-system change.

Operational inference: gate descriptor-dependent services by the connected integration and descriptor response. The interface should not promise a procedure-specific EHR write when the current connector cannot provide or accept the required descriptor type.

Rescheduling support is another independent capability. The article on NexHealth PATCH rescheduling by EHR covers which systems support direct time and operatory changes. A connector can support one workflow without supporting every booking feature.

What should the integration verify after booking?

A successful response should be followed by reconciliation against the approved scheduling record. Compare the returned appointment identifier, institution, location, provider, operatory when relevant, start and end times, NexHealth appointment type, and the EHR type or procedure code expected for that service.

Operational inference: define the expected descriptor before submission and compare it with the resulting appointment through the authorized integration path. If the EHR shows its default type instead, mark the booking for correction. Do not report the procedure mapping as successful merely because the time appears on the calendar.

Keep the evidence narrow. A reconciliation log can use approved internal identifiers, system aliases, descriptor identifiers, timestamps, and result categories. Patient names, contact details, appointment notes, and clinical information do not belong in general application logs or marketing systems.

If several operatories can serve the same clock time, preserve the selected slot record as a unit. NexHealth operatory availability explains why an identical displayed time does not make different slot records equivalent.

How can teams test the mapping without using patient data?

Use an authorized test environment and synthetic appointments. Retrieve descriptors for the exact test location, map one approved NexHealth appointment type, request a suitable slot, and create the synthetic booking. Then inspect the connected EHR through the approved path and confirm that the intended native type or code is present.

Run a controlled negative case too. Use a synthetic appointment type with no descriptor only where the clinic and test environment permit it. Confirm whether the practice default appears, then remove or correct the test record. The purpose is to identify the fallback, not to leave ambiguous appointments in an operational calendar.

Operational inference: repeat the test for every location and every descriptor-dependent service that will be offered. A passing result at one location does not validate a copied identifier elsewhere. Record only synthetic identifiers, expected mapping, observed mapping, connector, and review date.

What should happen when the mapping is missing or wrong?

Stop treating the service as ready for automated EHR write. Retrieve the current descriptors for the affected location and ask the authorized practice owner to confirm the intended native type or code. Update the appointment-type mapping only after that confirmation.

Operational inference: route already-created mismatches to a bounded reconciliation queue. Each item should identify the appointment through an approved internal reference, show expected and observed descriptor identifiers, name the location, assign an owner, and record the correction result.

Do not silently replace the appointment, cancel it, or create another booking to repair a code mismatch. Those actions can affect identity, availability, notifications, and reporting. Correct the record through the clinic’s approved workflow and verify the final EHR state.

If the connector or mapping changed during deployment, pause the affected service rather than applying an identifier from memory. The cost of asking for confirmation is lower than publishing a procedure-specific booking path that writes the practice default.

Frequently asked questions

Does a NexHealth appointment type come from the EHR?

No. NexHealth states that appointment types are its own constructs and are not read from or written to health record systems. EHR-native types and procedure codes are appointment descriptors.

Do descriptors determine which slots are available?

No. NexHealth says slot calculation uses working hours, calendar unavailability, and the requested appointment type. Descriptors matter when the appointment is written to the EHR.

What happens when no descriptor is mapped?

The scheduling guide says the appointment can land in the EHR with the practice’s default appointment type. That default may not match the service intended by the booking application.

Can one location’s descriptor ID be reused at another location?

Do not assume so. NexHealth notes that descriptor identifiers may differ by location. Retrieve and verify descriptors for the exact location used by the appointment.

References

Will Google Ads Change a Limited-by-Budget Clinic Target ROAS Campaign on August 17, 2026?

Starting August 17, 2026, Google Ads says eligible clinic campaigns that are limited by budget and use a target-based bid strategy can perform more consistently toward their stated target. A Target ROAS campaign that has historically exceeded its target may therefore experience performance changes if it remains in scope. Google does not automatically change the campaign’s budget or target. The advertiser must decide whether the existing target still represents the current business goal.

Which clinic campaigns are in scope

The announcement applies to campaigns that are limited by budget and use a target-based bid strategy, such as Target CPA or Target ROAS. Eligible campaign types listed by Google are Search, Shopping, Performance Max, Demand Gen, and Travel. A campaign must meet the relevant conditions; simply using Target ROAS does not place every clinic campaign in scope.

App, Video reach, and Video view campaigns continue with their previous behavior. Hotel and Display campaigns already use the newer behavior. Multichannel Performance Max and Demand Gen campaigns may also see changes in how spend is distributed across channels as the system works toward the selected target.

Google says notifications can be triggered for campaigns that were limited by budget at any point during the prior 12 months and use an impacted strategy. A campaign appearing in the review tool does not necessarily mean it is currently affected.

Operational inference: check current campaign status rather than relying only on an email, notification, or tool listing.

What more consistent performance toward target means

A bidding target is an instruction to the strategy, not merely a reporting benchmark. Google says the updated systems will behave more predictably around that instruction, including when a campaign’s budget changes. If actual historic performance has been materially better than the configured target, the system may move performance closer to the target after the rollout.

Operational inference: for Target ROAS, compare the campaign’s configured target with the actual return produced over a representative period. A large gap can indicate that the written target no longer expresses the outcome the business expects. The rollout does not itself determine which return is commercially acceptable for a clinic.

Google’s announcement warns that campaigns historically overachieving their targets may see performance volatility if no action is taken. It does not promise a specific increase in spend, conversion volume, value, or profitability. Those outcomes depend on auctions, budget, conversion inputs, campaign mix, market conditions, and the target chosen by the advertiser.

Google will not change the target or budget automatically

The official guidance is explicit: Google will not automatically change campaign targets or budgets as part of this update. If the current target accurately reflects the advertiser’s goal, Google says no change is required. If an overperforming campaign should preserve its current performance level, the advertiser can review the target and use Google’s Target Adjustment Tool where available.

The tool is available in Google Ads for eligible campaigns. For campaigns managed by Search Ads 360, Google says the tool is not available in Google Ads and adjustments should be made in Search Ads 360. Tool availability is not an instruction to change a setting. It provides a review path for the advertiser’s own decision.

Operational inference: do not accept a suggested target merely because it appears in an interface. The accountable decision is whether the target represents the clinic’s current value model, capacity, margin, and growth objective. The clinic value-based bidding readiness guide provides a broader checklist for that decision.

Decide whether the existing Target ROAS is still truthful

Operational inference for this section: start with the business constraint, then evaluate the setting. Document the target currently configured, actual ROAS over a representative period, conversion value definition, budget status, lag, and any material changes in service mix or capacity. Compare those facts with the return the clinic now needs.

Keep the target when it is still the intended operating goal and the clinic accepts that bidding may move closer to it. Consider changing it when the historic target is stale, was set as a loose floor, or conflicts with the current economic requirement. Do not use a short period with unusual volume as the sole basis for a new target.

ROAS also depends on the value supplied to Google Ads. Revenue, expected revenue, and contribution margin are different measures. A campaign can appear to meet a revenue-based target while failing a margin-based constraint. For a practical distinction, see revenue versus contribution margin in dental lead values.

Capture a clean baseline before August 17

Operational inference for this section: before changing any setting, export or record a baseline with campaign ID, campaign type, bid strategy, target ROAS, daily budget, current limited-by-budget status, recent spend, conversion value, ROAS, conversion volume, and the date range used. Record conversion lag and major tracking incidents beside the figures.

Use a period long enough to represent ordinary demand and the clinic’s conversion cycle. Segment only where it helps explain the campaign’s actual operating state. For Performance Max or Demand Gen, capture available channel distribution because Google notes that multichannel allocation can shift under the new behavior.

Keep the baseline free of person-level lead or appointment information. Campaign totals, configuration values, dates, and aggregate outcomes are sufficient. If the report’s conversion columns disagree, resolve the goal and inclusion settings first with the guide to missing clinic bookings from the Conversions column.

Make one governed change at a time

Operational inference for this section: if the business approves a target change, record the old target, new target, reason, approving owner, timestamp, and expected observation window. Avoid changing target, budget, conversion actions, value rules, and creative simultaneously. Multiple concurrent changes make the rollout’s effect difficult to distinguish from the advertiser’s own intervention.

A budget increase deserves separate approval. The platform update may make target behavior more consistent when budgets change, but it does not authorize additional spend. Capacity also matters for clinics: extra eligible demand is not useful if appointment availability, follow-up, or service delivery cannot absorb it.

If no target change is approved, record that the current setting was reviewed and intentionally retained. That creates a clearer operational history than silence and prevents a later assumption that Google changed the value automatically.

Monitor performance after the rollout

Operational inference for this section: compare post-rollout performance with the saved baseline at consistent intervals. Review budget status, actual ROAS versus target, spend, conversion value, conversion count, and channel distribution where relevant. Allow for normal conversion delay before drawing conclusions.

Do not attribute every movement after August 17 to the bidding update. Auction demand, seasonality, clinic capacity, creative changes, landing pages, tracking outages, and conversion-definition changes can produce the same symptoms. Annotate those events and investigate material deviations against campaign change history.

If a measurement outage occurred, do not compensate by changing the bidding target without first addressing the data issue. Google’s data exclusion feature has narrow documented uses; the clinic conversion tracking outage guide explains how to separate incident response from ordinary bidding decisions.

Check the conversion value before judging Target ROAS

Target ROAS can only optimize against the conversion values available to the strategy.

Operational inference for this section: confirm which actions are primary, which appear only in All conversions, and whether the value model reflects the outcome named in the campaign goal. A booking request, attended appointment, and collected revenue are not interchangeable.

Operational inference: reconcile the reporting cohort before comparing Google Ads ROAS with a clinic finance report. Use the original lead or event cohort consistently, account for conversion lag, and document exclusions. The original lead cohort reporting guide explains why mixing event-date and lead-date totals can create a false performance change.

Do not upload medical details or person-level context to make values more precise. The bidding review needs an approved aggregate or generic business value model that complies with applicable Google policies, privacy duties, and internal governance.

A decision checklist for August 17

Operational inference: use this checklist to separate Google’s announced scope from the clinic’s own target and budget decision.

  • Is the campaign currently limited by budget, and was it limited during the prior 12 months?
  • Does it use Target ROAS or another target-based strategy covered by the update?
  • Is its campaign type listed as eligible, already transitioned, or continuing previous behavior?
  • Does the configured target still represent the clinic’s approved current goal?
  • Is actual historic performance materially better than that target?
  • Are conversion values, goal inclusion, lag, and recent tracking incidents understood?
  • Has any proposed target or budget change received explicit approval?
  • Is a dated baseline available for post-rollout comparison?

Frequently asked questions

Will Google raise my clinic’s daily budget on August 17?

No. Google says it will not automatically change campaign budgets or targets as part of this update. Any budget increase remains an advertiser decision.

Must every Target ROAS clinic campaign change its target?

No. The change concerns eligible campaigns that are limited by budget. Google says no action is required when the current target accurately reflects the advertiser’s goal.

Why could an overperforming campaign change?

The system will work more consistently toward the stated target. If actual historic performance was materially better than that target, performance may move closer to the configured instruction and may be volatile during the transition.

Does appearing in the Target Adjustment Tool prove the campaign is currently affected?

No. Google says the list can include campaigns that were limited by budget at any point in the previous 12 months and use an impacted strategy. Confirm current status and settings directly.

References

Clínica pode fazer remarketing para quem visitou uma página de tratamento?

Em regra, uma clínica não deve criar remarketing com visitantes de uma página que revele interesse sensível em saúde. Quando a página ou a oferta envolve doença, tratamento, procedimento, saúde física ou mental ou outra categoria sensível definida pelo Google, públicos selecionados ou organizados pelo anunciante, como segmentos de dados próprios e Customer Match, não são permitidos. Públicos predefinidos pelo Google seguem uma regra diferente. A elegibilidade final depende do conteúdo, da página de destino, do tipo de público e da campanha.

Por que uma página de tratamento pode revelar interesse sensível

A política de publicidade personalizada do Google classifica saúde como uma categoria de interesse sensível. O escopo inclui saúde física e mental, doenças, condições crônicas, saúde sexual, produtos e procedimentos de tratamento, funções corporais íntimas, procedimentos invasivos, injeções, cirurgia estética e deficiência.

Inferência operacional: não classifique uma página apenas pelo nome genérico da URL. Revise texto, imagens, chamada para ação, formulário, metadados e oferta. Uma página chamada “serviços”, por exemplo, ainda pode ser sensível se o conteúdo identifica claramente um tratamento médico. Uma página institucional ampla também exige revisão do conteúdo real.

Essa análise também não diz que toda publicidade de saúde é proibida. Ela limita como interesses sensíveis podem ser usados na publicidade personalizada. Regras específicas sobre produtos, serviços, certificações e localidades podem aplicar-se em paralelo.

Por que remarketing de visitantes é público organizado pelo anunciante

Um segmento formado por pessoas que visitaram determinada página usa uma regra escolhida pelo anunciante e dados da própria presença digital. Na taxonomia da política, isso se enquadra em públicos selecionados ou organizados pelo anunciante, e não em público predefinido pelo Google.

Para categorias sensíveis, o Google lista como não suportados Customer Match, segmentos de dados próprios, expansão de público e públicos semelhantes.

Inferência operacional: trocar o nome da lista, encurtar a duração de associação ou remover uma palavra clínica não muda a origem nem a lógica do público. A característica relevante continua sendo a seleção de pessoas com base no comportamento em uma página sensível.

Também não resolve exportar, combinar ou fazer hash de identificadores. Hash é uma transformação técnica, não uma mudança de finalidade ou categoria. O guia sobre por que hash não torna dados de clínica elegíveis explica essa separação no contexto de mensuração.

O que a política suporta de forma diferente

A mesma política identifica públicos predefinidos pelo Google como uma via suportada para categorias sensíveis. A tabela inclui públicos no mercado, afinidade, eventos importantes e localização, além de opções demográficas sujeitas às exceções descritas pelo Google. “Suportado” significa que o tipo de segmentação pode ser usado dentro dessa política, não que qualquer combinação de anúncio, oferta e página esteja aprovada.

Segmentos personalizados exigem leitura mais precisa. Quando o criativo ou a página de destino contém interesse sensível, o Google informa que esses segmentos só podem veicular em campanhas de Display para públicos não sensíveis ou de forma contextual. Todas as outras campanhas não são elegíveis para veicular nessa condição. Isso não transforma uma lista de visitantes da clínica em segmento permitido.

Segmentação contextual trabalha com o conteúdo ou contexto de exibição, não com um histórico de visitantes escolhido pelo anunciante. Mesmo assim, ela deve ser avaliada junto com as demais políticas aplicáveis. O esclarecimento de 3 de junho de 2026 também atualizou a linguagem referente a Demand Gen e Discovery e aos possíveis impactos de veiculação para produtos e serviços associados a interesses sensíveis.

Como auditar uma campanha existente

Inferência operacional: faça a auditoria na ordem que melhor preserva evidência e reduz mudanças desnecessárias:

  1. Registre campanha, grupo de anúncios ou grupo de recursos, tipo de campanha, público aplicado e modo de segmentação ou observação.
  2. Abra a regra de associação do público e identifique exatamente quais URLs, eventos ou listas alimentam o segmento.
  3. Revise o conteúdo real de cada página de destino e criativo para saber se comunica interesse sensível em saúde.
  4. Classifique o público como predefinido pelo Google, organizado pelo anunciante ou segmento personalizado com a condição documentada.
  5. Compare a combinação com a tabela e as notas da política, incluindo o tipo de campanha.
  6. Registre a decisão, a fonte consultada, a data e a ação aprovada.

Não use capturas com nomes, emails, telefones, termos de pesquisa individuais ou detalhes de atendimento. A prova necessária é estrutural: regra do público, página, tipo de campanha, estado da política e configuração resultante.

Como corrigir uma configuração não suportada

O próprio Google orienta remover públicos organizados pelo anunciante de campanhas, grupos de anúncios ou grupos de recursos quando eles entram em conflito com a restrição. Outra opção documentada é editar conteúdo sensível de anúncio ou página de destino, desde que essa alteração seja verdadeira para a oferta e não oculte sua natureza clínica.

Se a classificação estiver errada, o anunciante pode recorrer. O recurso deve apontar para a campanha, o conteúdo e a regra aplicável, sem alegar que consentimento, hash ou base legal substituem a política. A página sobre LGPD e elegibilidade de Customer Match em saúde detalha por que esses testes permanecem independentes.

Inferência operacional: antes de remover um público, salve uma evidência mínima da configuração e do motivo. Depois da correção, confirme que o segmento não está anexado em outro nível da mesma campanha e monitore o estado de política. Não copie membros da lista nem dados individuais para o relatório de auditoria.

Público permitido não significa anúncio permitido

A tabela de publicidade personalizada responde apenas a uma parte da análise. Um público predefinido pode ser suportado, enquanto o anúncio ou serviço ainda enfrenta outra política do Google Ads. Da mesma forma, uma campanha contextual pode evitar a seleção por histórico de visitantes e ainda assim ter um problema de conteúdo, alegação, destino, localização ou produto regulamentado.

Inferência operacional: registre quatro objetos separadamente: público, criativo, página de destino e tipo de campanha. Uma frase como “campanha aprovada” é ampla demais para servir de prova. O registro deve dizer qual combinação foi verificada e segundo qual fonte.

Também convém separar publicidade de mensuração. Uma configuração de conversão pode ter restrições próprias mesmo quando o público foi removido. Para organizar essa revisão, use a auditoria de conversões melhoradas para leads e seus limites de prova.

LGPD e política do Google são controles independentes

Uma clínica pode precisar avaliar finalidade, necessidade, transparência, segurança, direitos do titular e base legal sob a LGPD. Essa análise jurídica não altera a lista de recursos suportados pelo Google. Da mesma forma, uma configuração tecnicamente aceita pela plataforma não prova conformidade com a LGPD.

Consentimento também não deve ser tratado como passe universal. Mesmo que exista consentimento válido para uma finalidade clínica ou de comunicação, o Google pode proibir o uso do dado em um produto de personalização. O caminho correto é satisfazer simultaneamente lei, contrato, política da plataforma e governança interna.

Questões sobre tratamento de dados de saúde no formulário pertencem a uma revisão própria. Veja a análise sobre legítimo interesse e dados de saúde em formulários de agendamento, sem presumir que a resposta jurídica autoriza remarketing.

Como testar sem usar dados de pessoas

Inferência operacional: um teste de conformidade pode usar páginas, regras e estados de campanha sem identificar visitantes. Verifique se a tag dispara, se a regra de URL está configurada e se o público aparece anexado, mas não abra nem exporte membros. Para validar uma correção, use uma conta ou cenário de teste quando disponível e confirme apenas a estrutura da configuração.

O relatório pode conter ID da campanha, nome técnico do público, regra resumida, classificação de sensibilidade, fonte da política, decisão e data. Evite exemplos baseados em diagnósticos, tratamentos procurados por uma pessoa ou qualquer combinação que possa identificar alguém. A ausência de nomes em uma tela não torna o histórico de navegação não sensível.

Reavalie a configuração quando mudarem página, criativo, tipo de campanha, público ou política. A atualização de junho de 2026 mostra por que uma aprovação antiga não deve ser tratada como prova permanente para Demand Gen, Discovery ou outro produto afetado.

Perguntas frequentes

Posso fazer remarketing de uma página geral da clínica?

Depende do conteúdo e da regra do público. Uma página institucional pode não revelar interesse sensível, mas a classificação exige revisão real de texto, oferta, imagens e destino. Não presuma elegibilidade apenas porque a URL é genérica.

Consentimento do visitante permite usar a lista?

Não resolve a política de publicidade personalizada. Consentimento e base legal fazem parte da análise de privacidade, enquanto o Google define separadamente quais públicos são suportados para interesses sensíveis.

Posso usar um público no mercado predefinido pelo Google?

A política lista públicos no mercado entre as opções suportadas. Isso não garante aprovação da campanha inteira. Criativo, página, serviço, região e outras políticas ainda precisam ser elegíveis.

Segmentação contextual é igual a remarketing?

Não. Remarketing usa comportamento anterior para formar um público escolhido pelo anunciante. Segmentação contextual considera o conteúdo ou contexto onde o anúncio pode aparecer. A condição documentada para segmentos personalizados sensíveis no Display deve ser aplicada exatamente, sem generalizá-la para todos os produtos.

Referências

How Do You Retract a Canceled Clinic Offline Conversion in Google Ads?

Use a RETRACTION conversion adjustment when a previously uploaded clinic conversion was canceled and should no longer count. A retraction removes the conversion count and sets its value to zero. Use RESTATEMENT only when the conversion remains valid but its value must change. Prefer the original order_id, submit the adjustment through the Google Ads account that manages the conversion action, and treat a retraction as final. The ability to send an API request does not make health-related data eligible for upload.

What a retraction changes in Google Ads

Google Ads supports two distinct conversion adjustment types. A retraction tells Google Ads that the original conversion should be removed. Google sets its value to zero and removes it from the conversion count. That change can affect reporting fields based on conversion count, conversion value, cost per acquisition, and return on ad spend.

A restatement keeps the conversion but replaces its value. It is appropriate when the business outcome still happened and only the reported value was wrong. It does not reduce the conversion count. Choosing between the two is therefore an accounting decision about the original event, not a cosmetic reporting preference.

For a canceled booking that was previously counted as a completed offline conversion, retraction is the matching operation if the clinic’s defined conversion no longer occurred. If the booking remained valid but its commercial value changed, restatement may be the matching operation. The conversion definition should be documented before either adjustment is sent.

Confirm that the cancellation is final before retracting

Google warns that a retracted conversion cannot later be adjusted. A conversion restated to zero is also closed to later adjustment. Subsequent attempts are ignored without an error, so an operator should not assume that a successful request means a second correction was applied.

Operational inference: retract only after the clinic’s source system has reached a final administrative state under its own documented rules. A temporary reschedule, pending review, duplicate flag, or payment dispute is not automatically the same as a final cancellation. The Ads operator should receive a simple approved status and an opaque event identifier, not clinical notes or other sensitive details used to reach that status.

Operational inference: keep the cancellation reason in the clinic’s internal record and send only the fields Google Ads needs to locate and adjust the original conversion. This separation supports reconciliation without expanding the advertising payload. For a durable implementation pattern, see the offline conversion outbox reporting guide.

Prefer the original order ID

The Google Ads API documentation recommends identifying the original conversion with order_id. It is more durable than matching a Google click identifier and conversion time. The order ID must be the same opaque identifier sent with the original conversion, not a newly generated ID for the cancellation.

If the original conversion did not contain an order ID, an eligible offline conversion can be matched with its GCLID and conversion time. GBRAID adjustments require an order ID, and the documented adjustment flow does not support WBRAID. For a WEBPAGE conversion action, an order ID is required. It is also required whenever the original conversion was uploaded with one.

Operational inference: use an opaque order ID that does not encode a person’s name, phone number, email address, diagnosis, treatment, appointment notes, or procedure. It should function only as a stable reconciliation key. If the original pipeline cannot produce that key reliably, fix the identifier contract before automating cancellations.

Submit through the account managing the conversion action

The adjustment must be uploaded by the Google Ads account that manages the conversion action. In cross-account conversion tracking, that may be a manager account rather than the individual clinic account. Sending through the wrong account can produce NO_CONVERSION_ACTION_FOUND even when the action is visible elsewhere in the account hierarchy.

The API documentation limits adjustments to conversion actions whose type is SALESFORCE, UPLOAD_CLICKS, or WEBPAGE. The conversion must already have been recorded. A newly created action can also need four to six hours before uploads are accepted. A CONVERSION_NOT_FOUND response can mean the original conversion was never imported, was discarded, or cannot be matched with the supplied identifier and time.

Operational inference: before changing the pipeline, compare the conversion action owner, action type, original identifier, and original upload result. The offline conversion diagnostics guide covers the account-boundary checks that commonly explain an empty client view.

A minimal retraction workflow

Operational inference: the following sequence turns the documented adjustment requirements into a reviewable clinic workflow.

  1. Confirm that the original event appears as an accepted conversion and record the managing customer ID and conversion action.
  2. Confirm that the cancellation is final according to the clinic’s approved administrative definition.
  3. Retrieve the original opaque order_id. Use GCLID plus conversion time only where the documented rules permit that match.
  4. Create a RETRACTION adjustment with the adjustment time and the original conversion reference.
  5. Upload from the account managing the conversion action and keep partial failure enabled so individual row errors are returned.
  6. Store the request result and reconcile the adjusted reporting after Google Ads processing time.

Operational inference: make the operation idempotent in the clinic’s outbox. One approved cancellation should create one adjustment attempt record, with retries tied to the same event and identifier. This reduces duplicate requests and preserves an audit trail without copying sensitive source-system fields into advertising logs.

Verify the adjustment instead of trusting the request alone

The API requires partial failure mode for these uploads.

Operational inference: inspect each returned result and error rather than treating the HTTP response as proof that every row succeeded. Keep the Google request ID, managing customer ID, conversion action reference, opaque order ID, adjustment type, adjustment time, and per-row outcome. Those fields are enough for most technical reconciliation and do not require clinical context.

Google says adjustment reporting generally appears on a timing similar to regular conversion data.

Operational inference: after processing, confirm that the specific conversion is no longer counted and that its value is zero. Then verify the expected effect in the reporting columns used by the campaign. If an event appears under All conversions but not Conversions, review action inclusion and goal configuration using the clinic conversion-column troubleshooting guide.

Operational inference: do not test a retraction against a real conversion that might need to be restored. Use a controlled eligible test event and document its expected lifecycle. Because retraction is effectively irreversible, a production proof should focus on the final accepted cancellation, request result, and reporting reconciliation.

Platform capability does not decide health-data eligibility

The Google Ads API documents how eligible conversions can be adjusted. That technical capability is not permission to upload health or medical information. Google’s Customer data policies prohibit conversion information related to sensitive categories, including health and medical information, for the products covered by that policy, such as enhanced conversions, store sales uploads, and Google-engaged audiences.

The mapped sources document conversion adjustment through Google Ads tools and the Google Ads API. They do not establish that Data Manager supports this adjustment operation, so this article does not recommend or claim a Data Manager adjustment path. It also does not conclude that every administrative clinic conversion is eligible. Eligibility depends on the exact product, event definition, data fields, consent and legal basis, account configuration, and current Google policy.

Operational inference: use a generic business event only after that separate review, and exclude medical details from identifiers, values, labels, logs, and upload payloads. Hashing does not change the nature of sensitive data. See how to audit enhanced conversions for leads without overclaiming proof for a related measurement boundary.

Common failure modes

  • Wrong adjustment type: a restatement changes value but leaves the conversion count in place.
  • Wrong account: the upload runs from a client account while a manager account controls the action.
  • New identifier: the cancellation receives a different order ID and cannot match the original conversion.
  • Missing original conversion: the source event was rejected, discarded, or never uploaded.
  • Unsupported action type: the action is outside the API’s documented adjustment types.
  • Premature retry: an operator retries before checking row-level errors and creates a misleading local state.
  • Sensitive payload: an implementation copies clinical or identifying fields that are unnecessary for reconciliation.

Frequently asked questions

Can a retracted conversion be restored?

No documented adjustment restores it. Google says a retracted conversion cannot be adjusted further, and later attempts are ignored without an error. Treat approval of the retraction as a final control point.

Should a canceled booking be restated to zero?

Use retraction when the conversion should no longer count. Restatement changes value only. Google also says a conversion restated to zero cannot be adjusted again, so zero is not a reversible holding state.

Is order ID always required?

It is required for WEBPAGE actions, for GBRAID adjustments, and when the original conversion used an order ID. Some eligible offline conversions without an order ID can be matched by GCLID and conversion time.

Does a successful API call prove policy compliance?

No. It proves only that the request met the technical processing rules reported by the API. Product eligibility, sensitive-data restrictions, privacy duties, and the clinic’s own governance require separate review.

References

Why Are Offline Conversion Diagnostics Empty in a Clinic’s Google Ads Client Account?

An empty offline conversion diagnostics result in a Google Ads client account does not prove that the clinic’s import process stopped. Google returns these API summaries only when the customer ID used for the query matches the customer recently used to import the conversions. With cross-account conversion tracking, that customer may be the manager account rather than the serving client.

Trace the conversion account and import request before changing code or sending events again. Another account may contain the recent summaries. Keep diagnostics, Ads reporting, business outcomes, and conversion policy eligibility separate.

Which customer ID returns offline diagnostics?

Google’s API documentation sets a specific restriction. The customer_id supplied to a search or searchStream request must be the same customer recently used to import conversions. A query under another linked account does not inherit the summaries merely because the login can access both accounts.

The credential path answers who may issue the request. The customer ID selects the account resource being queried. Access to a manager and its clients does not combine their diagnostics.

The API exposes an account-level resource, offline_conversion_upload_client_summary, and a conversion-action resource, offline_conversion_upload_conversion_action_summary. The second narrows the view to one action. Both use the same customer scope.

The guide to placing clinic conversion actions in a client or manager account explains the related ownership decision. That decision is broader than this diagnostic question, but it provides the account map needed before a query is run.

Why can cross-account tracking leave the client account empty?

Cross-account conversion tracking lets a manager create conversion actions and share them with managed accounts. Google shows the selected conversion account in the managed account settings. A client can use its own account-specific actions or a manager’s cross-account actions, but it cannot use both arrangements at the same time.

When the manager is the conversion customer used for the import, a search under the serving client may return no offline diagnostics. Google’s developer guide gives this exact example and directs the operator to send the diagnostic query with the manager account’s customer ID.

Do not respond by copying the conversion action into the client. That changes ownership and can change campaign goal behavior. Google warns that switching between client and manager conversion accounts can affect which default goals campaigns use. Diagnose the existing arrangement before proposing a migration.

Operational inference: record three IDs in the incident note: the serving account, the selected Google Ads conversion account, and the customer used by the import request. If those values are not documented, retrieve configuration evidence first. Do not guess from the account name.

What should a valid summary contain?

The account-level summary reports a status plus total, successful, and pending event counts. It also includes alerts grouped by offline conversion error. Google says these top-level fields cover the most recent full calendar day of imports, so they are not a permanent ledger of everything the clinic has ever sent.

The resource also contains daily and job summaries. Daily summaries give successful, failed, and pending counts for the last seven days. Job summaries cover the seven most recent import requests, grouped by job_id. Rows are separate for import clients such as the API and web interface.

Pending events need time. Google’s documentation says they may take up to 24 hours to complete. A pending count inside the correct account is therefore a different condition from an empty result under the wrong account. Preserve those states instead of turning both into a generic “missing conversions” alert.

The offline conversion outbox reporting guide describes the local evidence that should sit beside Google’s aggregate diagnostics. A local event ledger and Google’s account summary answer different questions. Neither should expose clinic payloads to make troubleshooting easier.

Can the import client create another false lead?

Yes. Google returns separate summary rows for different import clients. Recent imports through the API and the web interface can therefore appear under different client values. Looking only at one row may make the other path seem inactive.

A NO_RECENT_UPLOADS status for the API client can indicate that the API process stopped recently. It does not say that no one imported through another supported client. Compare the expected sender with the client field, last upload time, daily summaries, and job summaries before assigning a cause.

Operational inference: monitor the expected customer ID, conversion action, and import client. Accepting any recent row can hide a stopped integration behind a manual upload. Querying only the child can report failure while the manager holds the data.

Keep this monitoring tenant specific. A manager may serve several clients, but a successful row for one conversion action is not evidence for another clinic. Use account and action identifiers, not patient details, to bind each check to the intended tenant.

What is the safest troubleshooting sequence?

Start with read-only evidence. The goal is to locate the summary, not to produce another upload. Another request does not correct a diagnostic query aimed at the wrong customer and makes the timeline harder to interpret.

  1. Record the serving client account and the affected conversion action.
  2. Check the Google Ads Conversion Account setting for that client.
  3. Identify the customer ID used by the recent import process.
  4. Query the account-level summary under that same customer ID.
  5. Query the conversion-action summary for the exact action.
  6. Compare the returned import client with the expected sender.
  7. Inspect alerts, daily summaries, job summaries, and pending counts.
  8. Wait for pending processing where applicable before escalating.

If the manager query returns the expected summary, the empty client result has been explained by scope. If neither account returns a row, check whether the customer ID, conversion action, import client, and recent time window are correct. Only then investigate the sender process.

Do not change goals, move conversion actions, or upload another event solely to make a diagnostic query return data. Those actions alter system state and answer a different question. The smallest safe correction may be changing the monitoring query to use the existing import customer.

What does an empty diagnostic result fail to prove?

An empty result does not prove that no request reached Google. It may reflect the wrong customer, action, client, or recent-history window. Use request records and the approved local ledger to establish transport history.

It also does not prove that a conversion appeared in Google Ads reporting. Diagnostics describe import health. Reporting depends on other processing and attribution behavior. The article on what an Enhanced Conversions for Leads audit can prove separates request acceptance, diagnostics, reporting, and business effect.

Finally, a nonempty result is not proof of a booking or an attended appointment. Counts in an import summary concern processed events. The clinic’s operational system remains responsible for the meaning and status of an appointment, while Ads reports its own configured conversion actions.

The same distinction applies to columns. A conversion can be present in All conversions but absent from Conversions because of goal and action settings. That reporting configuration is separate from whether the diagnostic summary exists.

How is diagnostics scope different from conversion policy eligibility?

The two manifest sources explain diagnostic retrieval and cross-account conversion tracking. They do not determine whether a clinic may upload a particular event or data field. Finding the correct manager summary establishes where Google exposed recent import health. It does not grant permission to send healthcare data.

Run eligibility review before implementation and whenever the event, destination, data fields, consent path, or campaign changes. Keep medical conditions, treatment details, appointment notes, patient identifiers, and clinical free text out of diagnostic logs. If the proposed conversion is not approved for the selected Google product and applicable obligations, stop the upload path even if the API configuration works.

Policy boundary: diagnostics answer whether Google reports recent processing information for a scoped import. Eligibility answers whether the organization may collect and send that event to that destination. Evidence for the first question cannot answer the second.

This distinction also prevents a dangerous shortcut. An operator should not move an ineligible event to another account, rename it, or hash its fields to make the diagnostic problem disappear. Account scope changes visibility and ownership. It does not change the underlying data or its permitted use.

What evidence should the operator retain?

Keep the serving, conversion, and import customer IDs, plus action ID, import client, query time, status, counts, alerts, and relevant job IDs. Record whether the query returned no row, zero counts, or pending counts.

Do not retain raw payloads in the incident report. Use opaque local event references where correlation is necessary. Restrict access to account configuration and diagnostic evidence, and remove screenshots that expose unrelated clients in a manager account.

Operational inference: close the scope diagnosis only after the same documented query can be repeated under the correct customer and returns the expected recent summary or a clearly explained no-data state. Close reporting and eligibility reviews under their own acceptance criteria.

Frequently asked questions

Does an empty client-account query mean imports stopped?

No. Under cross-account conversion tracking, the manager used for imports may contain the diagnostics. Query the customer ID used by the import before investigating the sender.

Can I retrieve manager diagnostics while querying the child customer ID?

Google’s restriction says the query customer must match the customer recently used for imports. Access to both accounts does not make their diagnostic resources interchangeable.

Should I resend the conversion to create a diagnostic row?

No. First inspect local request evidence, account scope, import client, and pending state. Another upload does not fix a query aimed at the wrong customer.

Do healthy diagnostics make a clinic conversion eligible?

No. Diagnostics describe recent import processing within a Google Ads account scope. Policy, privacy, consent, contractual, and healthcare eligibility require a separate review of the actual event and data.

References

Por que o anúncio da clínica mostra a unidade errada no recurso de local?

Um anúncio pode mostrar a unidade errada quando a conta do Google Ads está associada a mais locais do que a campanha deveria usar. Ao vincular o Perfil da Empresa, os endereços sincronizados ficam disponíveis como recursos de local. Se a associação estiver em “Todos os locais”, uma campanha pode receber unidades que pertencem ao mesmo grupo empresarial, mas não ao atendimento que ela promove.

Antes de editar o endereço ou criar outro perfil, confira a origem do local, o nível da associação e os filtros aplicados. A correção depende de localizar essa fronteira.

Por que outra unidade pode aparecer no anúncio?

O recurso de local usa informações empresariais como endereço, telefone, horário e rota. Segundo o Google, os dados vêm diretamente do Google Maps e do Perfil da Empresa quando a conta usa locais próprios. Depois da vinculação, esses locais podem aparecer em diferentes formatos na Pesquisa, no Maps, na Rede de Display, no YouTube e em campanhas Performance Max, conforme a elegibilidade de cada formato.

O Google permite aplicar grupos ou locais no nível da conta, da campanha e do grupo de anúncios. “Todos os locais” permite que aquele nível use os locais disponíveis no Gerenciador de locais. Numa campanha destinada a uma unidade, essa opção pode ampliar o escopo além do esperado.

O sistema ainda escolhe entre os locais associados. A documentação diz que o local mostrado pode considerar onde a pessoa está ou uma área pela qual demonstrou interesse. Ver outra unidade não prova que o endereço foi trocado no Perfil da Empresa. Primeiro confirme quais locais estavam aptos naquela campanha.

Inferência operacional: trate “unidade errada” como uma hipótese até reconstruir a associação. Registre campanha, grupo de anúncios, local exibido, local esperado, horário da observação e superfície onde o anúncio apareceu. Não use buscas, contatos ou dados de pacientes como evidência.

Qual nível da associação deve ser auditado primeiro?

Comece pela campanha afetada, não pelo perfil empresarial inteiro. Abra a tabela de associações dos recursos de local e confirme se a campanha ou o grupo de anúncios tem uma seleção própria. Uma associação mais específica pode fazer aquela parte da conta usar um conjunto diferente do padrão definido no nível da conta.

Nível Pergunta de auditoria Evidência segura
Conta O padrão inclui todos os locais ou um grupo? Lista de associações e nomes empresariais públicos
Campanha Existe uma associação própria que substitui o padrão? Configuração da campanha e unidades selecionadas
Grupo de anúncios Há um grupo ou local aplicado somente aqui? Associação do grupo e escopo esperado

O Google oferece três caminhos relevantes ao adicionar o recurso: grupos de locais, nenhum recurso de local e todos os locais. Um grupo vazio funciona como “Nenhum recurso de local”. Já “Todos os locais” inclui o inventário disponível naquele nível. Não altere a opção até saber qual campanha depende dela, pois a mesma conta pode servir várias unidades e objetivos.

Confirme também se a estrutura do Perfil da Empresa representa unidades reais e elegíveis. O guia sobre perfil da clínica, unidade e profissional ajuda a separar uma organização de seus locais e profissionais. Um perfil duplicado ou criado para uma entidade que não deveria ter ficha própria não se resolve apenas com filtro de mídia.

Como nome empresarial e rótulo limitam os locais?

Quando o Google Ads está ligado ao Perfil da Empresa, a conta pode limitar os locais sincronizados por nome empresarial e por rótulos. A orientação do Google pede que o texto do filtro corresponda ao nome escolhido. Um filtro impreciso pode deixar de incluir a unidade desejada ou manter locais que a equipe pensava ter excluído.

Rótulos ajudam quando várias unidades compartilham a mesma marca. Eles são cadastrados no Perfil da Empresa e usados pelo Google Ads como filtro. O rótulo organiza a associação; ele não muda o nome público nem cria elegibilidade para um local.

Inferência operacional: mantenha uma tabela com unidade, URL pública, endereço, rótulos aprovados e campanhas associadas. Compare-a com o Gerenciador de locais antes de publicar. O Google não exige esse documento.

Evite um rótulo baseado em especialidade, condição tratada ou qualquer outra informação que possa expor contexto de saúde. O filtro precisa distinguir locais empresariais, não classificar pessoas ou atendimentos. Use códigos neutros que a equipe consiga interpretar sem acessar agenda ou prontuário.

Quando a correção pertence ao Perfil da Empresa?

Se o anúncio mostra a unidade que foi associada, mas o telefone ou endereço dessa unidade está incorreto, a fonte precisa ser corrigida. A documentação do Google diz que informações de recursos de local vêm do Maps e do Perfil da Empresa e orienta fazer ali as correções de endereço e telefone. Atualizações aprovadas nessas superfícies seguem para as contas vinculadas do Google Ads.

Não use a conta de anúncios para mascarar um endereço público errado. Confira a ficha pelo nome, endereço e URL. O artigo sobre telefone ou horário pendente no Perfil da Empresa explica por que salvar uma edição não prova que ela já está pública.

Se a clínica mudou de endereço, preserve a identidade empresarial antes de pensar em criar outra ficha. A orientação sobre mudança de endereço e avaliações do perfil trata esse fluxo. Um novo perfil criado por impulso pode acrescentar duplicidade ao problema de associação.

Se endereço, telefone e horário estão corretos, volte ao Google Ads. O erro restante tende a estar no conjunto de locais disponível ou na associação usada pela campanha. Essa conclusão só deve ser fechada depois de comparar a fonte pública com a configuração de Ads.

O que muda quando um filtro ou rótulo é alterado?

O Google alerta que mudar um filtro no recurso de local da conta pode excluir itens que deixaram de corresponder ao filtro. Também informa que adicionar um rótulo no Perfil da Empresa e filtrar a conta por esse rótulo faz as fichas rotuladas serem sincronizadas de novo com novos identificadores de item.

Isso afeta a verificação. Uma captura antiga pode apontar para um item que não existe mais depois da ressincronização. Preserve o estado anterior, a mudança aplicada, a hora e a nova lista de associações. A página de problemas comuns de vinculação orienta esperar cerca de 24 horas para conferir na página de recursos quantos locais foram atualizados.

Inferência operacional: não faça várias mudanças de filtro durante essa janela. Uma sequência de alterações torna difícil saber qual configuração produziu o resultado. Aplique uma correção por vez, aguarde a sincronização observável e só então decida se outra mudança é necessária.

Uma ressincronização também não deve ser tratada como falha de medição. Ela muda itens e associações, enquanto resultados como cliques em rota pertencem a outra camada. O artigo sobre Rotas como conversão atribuída no Google Ads mostra por que interação local, visita e agendamento precisam continuar separados.

Como verificar a correção sem tirar uma conclusão falsa?

Depois da sincronização, confira o Gerenciador de locais e a tabela de associações. Abra a campanha afetada e revise a seleção da campanha e do grupo de anúncios. O conjunto final deve conter apenas as unidades aprovadas.

Faça uma observação pública controlada, sabendo que o Google escolhe formatos e locais conforme contexto e elegibilidade. Uma busca sem o recurso não prova ausência, nem uma impressão correta prova que as outras unidades foram removidas. A configuração de associação continua sendo a evidência principal.

  1. Identifique a campanha e a unidade que ela deve promover.
  2. Registre todos os locais associados à conta.
  3. Confira associações próprias na campanha e no grupo de anúncios.
  4. Revise filtros por nome e rótulo.
  5. Corrija dados públicos na ficha de origem quando necessário.
  6. Aguarde a sincronização e confira os novos itens.
  7. Registre o resultado sem incluir pacientes ou consultas.

Não prometa que uma unidade específica aparecerá em toda impressão. O objetivo verificável é limitar o conjunto elegível à intenção aprovada da campanha e manter os dados empresariais corretos. A entrega do anúncio continua sujeita ao funcionamento do produto Google Ads.

O que deve aparecer no relatório da clínica?

O relatório deve nomear campanha, escopo pretendido, locais encontrados, associação incorreta, correção e data da verificação. Se houve mudança de filtro, registre itens removidos ou ressincronizados. Confirme a associação final antes de encerrar o problema.

Separe também configuração de resultado. Um recurso correto comprova que o anúncio pode usar a informação empresarial aprovada. Ele não comprova que alguém visitou a unidade, marcou consulta ou gerou receita. Esses resultados exigem definições e fontes próprias.

Se o recurso inclui telefone, não interprete uma chamada como atendimento concluído. Da mesma forma, um clique em rota não identifica uma pessoa que chegou à clínica. Relate o fato observado pelo nome correto e deixe os resultados de agenda no sistema operacional autorizado.

Perguntas frequentes

Vincular o Perfil da Empresa faz todas as unidades aparecerem?

Os locais sincronizados ficam disponíveis ao Google Ads, mas a associação pode ser limitada por grupos, nomes, rótulos e níveis da conta. Audite a configuração usada pela campanha em vez de assumir que toda ficha vinculada aparecerá sempre.

Devo corrigir a unidade no Google Ads ou no Perfil da Empresa?

Se endereço ou telefone estão errados, corrija a fonte no Maps ou no Perfil da Empresa. Se a informação pública está certa e a campanha usa a unidade indevida, corrija a associação ou o filtro no Google Ads.

Um filtro por nome basta para uma clínica com várias unidades?

Pode não bastar quando todas usam o mesmo nome. Rótulos permitem separar conjuntos de locais, desde que sejam aplicados às fichas e usados no filtro da conta. Confirme o resultado no Gerenciador de locais.

A unidade correta no anúncio prova que o paciente foi ao local?

Não. O recurso mostra informação empresarial e pode gerar interações locais. Visita, agendamento, comparecimento e receita são resultados diferentes e precisam de fontes próprias.

Referências

Por que um novo profissional cadastrado no Feegow não aparece na Doctoralia?

Cadastrar um novo profissional e criar sua grade no Feegow não conclui a publicação na Doctoralia. A documentação da integração orienta que, após essas etapas no Feegow, a clínica entre em contato com o suporte para criar ou manter o perfil e a integração na Doctoralia.

O mesmo fluxo assistido vale para entrada, troca ou remoção de profissionais. Por isso, não trate a ausência na Doctoralia como prova de que o cadastro do Feegow falhou. Primeiro confirme o profissional e a grade no sistema de origem. Depois verifique se o suporte concluiu o perfil e o vínculo corretos no marketplace.

Por que o cadastro no Feegow não basta?

A página oficial separa as configurações que a clínica faz diretamente daquelas que precisam de intervenção da equipe Doctoralia e Feegow. A clínica cadastra o profissional e cria sua grade no Feegow. Depois deve entrar em contato com o suporte para a criação ou manutenção do perfil e da integração na Doctoralia.

Essa divisão explica o caso em que o profissional existe internamente, mas ainda não aparece no canal externo. São objetos e etapas relacionados, não uma única gravação que se publica sozinha em todos os lugares.

Confirme em que etapa o processo parou. Um cadastro ausente no Feegow pede correção interna. Um cadastro e uma grade válidos, sem perfil ou vínculo correspondente na Doctoralia, pedem a continuação do fluxo com suporte.

A mesma fronteira aparece no catálogo. Um procedimento integrado à Doctoralia não pode ser inativado no Feegow antes da remoção do vínculo pelo suporte. A integração tem ciclos próprios para profissionais e procedimentos.

Quais etapas pertencem à clínica?

A documentação manda cadastrar o profissional e criar sua grade no Feegow. Também afirma que todo o processo de criação de horários, inclusive aqueles compartilhados para agendamento externo, deve ser feito no Feegow.

Antes de abrir o pedido, confira o cadastro exato, a unidade, a grade e o período em que o profissional deve receber agendamentos. Não use apenas o nome exibido. Profissionais com nomes parecidos ou atuação em mais de uma unidade precisam de identificação administrativa sem ambiguidade.

A duração do procedimento também interfere na apresentação do horário. Segundo o guia, quando o procedimento tem uma duração informada, esse tempo aparece no agendamento. Quando não tem, a duração refletida é a definida na grade. Esse detalhe não substitui a integração do profissional, mas pode explicar uma duração inesperada depois que o perfil estiver visível.

Se a grade usa horários personalizados, confira o limite documentado em horários personalizados do Feegow que não aparecem na Doctoralia. Criar o profissional não transforma uma configuração não contemplada em horário publicável.

Quais etapas dependem do suporte?

A integração de um novo profissional, a troca entre profissionais e a remoção exigem contato com o suporte depois do trabalho no Feegow. A página descreve essa etapa como criação e manutenção do perfil e da integração na Doctoralia.

O documento não promete prazo de conclusão nem descreve um botão de autoatendimento para esse vínculo. Não invente um prazo para a recepção ou para o profissional. Registre quando o pedido foi aberto, qual era o escopo e o que o suporte confirmou.

Inferência operacional: trate o pedido como mudança de configuração com estado visível: preparado no Feegow, enviado ao suporte, confirmado pelo fornecedor e verificado na Doctoralia. “Solicitado” não deve aparecer no controle interno como “publicado”.

O suporte também aparece em outros limites da integração. Mudanças de convênio exigem atualização no Feegow e aviso à equipe para refletirem no marketplace. Consulte horários exclusivos por convênio na integração quando o profissional aparece, mas a cobertura publicada está errada.

O que deve constar no pedido?

Envie somente o necessário para localizar e executar a mudança: conta ou clínica autorizada, identificador administrativo do profissional, nome profissional, unidade, tipo de ação, grade criada e perfil esperado na Doctoralia. Informe se o pedido é entrada, troca ou remoção.

Não inclua nomes de pacientes, telefones, emails, documentos, motivos de consulta, prontuários ou observações clínicas. O suporte precisa identificar uma configuração de profissional e agenda, não reproduzir um atendimento.

Se houver mais de um profissional na mudança, enumere cada cadastro e sua ação. Evite frases amplas como “atualizar todos” quando o escopo aprovado é menor. Uma troca precisa distinguir quem sai, quem entra e em qual unidade o vínculo deve existir.

Inferência operacional: anexe uma captura somente quando ela for necessária e estiver sem informações de pacientes. Prefira identificadores e estado de configuração. Isso reduz a exposição e deixa o pedido mais fácil de conferir.

Como verificar a grade destinada à Doctoralia?

O guia da integração diz que os horários compartilhados para agendamento externo devem ser criados no Feegow. Portanto, depois de confirmar o perfil, verifique se a grade correta pertence ao profissional e à unidade esperados.

Não crie horários manuais na Doctoralia para mascarar uma integração incompleta. Essa ação pode produzir duas origens de disponibilidade e tornar a investigação mais difícil. O artigo sobre horários manuais da Doctoralia fora da integração mostra como tratar esse excesso sem assumir que ele veio do Feegow.

A margem de disponibilidade tem outra origem. A documentação diz que a primeira e a última data em que pacientes podem agendar são configuradas diretamente na Doctoralia. Se o perfil aparece mas a janela publicada começa ou termina no dia errado, confira essa configuração separadamente.

Também não confunda grade com procedimentos. O perfil pode existir e ainda assim um procedimento não estar disponível ou ter duração diferente. Verifique o profissional, a grade, o procedimento e a janela de disponibilidade como quatro condições distintas.

Como lidar com troca ou remoção de profissional?

A documentação inclui troca e remoção no mesmo grupo que exige intervenção do suporte. Não basta apagar ou desativar um cadastro e presumir que o perfil externo seguirá a mudança.

Antes de remover, identifique agendamentos futuros e siga a política da clínica e a orientação do fornecedor. A página mapeada não autoriza cancelamento automático, transferência de pacientes ou troca silenciosa de profissional.

Em uma troca, preserve a identidade de cada profissional. Não reutilize o cadastro do profissional anterior apenas para manter o mesmo perfil visível. A documentação orienta cadastro e criação de grade no Feegow, seguidos da manutenção do perfil e da integração pelo suporte.

Inferência operacional: use uma verificação de encerramento para o perfil antigo e outra para o novo. A publicação do novo vínculo não prova que o anterior foi removido, e a remoção do anterior não prova que o novo está recebendo horários.

Como testar sem usar dados de pacientes?

Teste a configuração administrativa e a disponibilidade publicada com dados neutros. Confirme o profissional, a unidade, a grade e os procedimentos autorizados. Quando houver ambiente de teste aprovado, use horários e identidades sintéticas.

Se a validação exigir uma reserva, obtenha aprovação e use contato controlado que não pertença a um paciente. Não use nome, telefone, email, documento, convênio real, motivo de consulta ou observação clínica.

Verifique os dois sentidos necessários para a operação: a disponibilidade correta aparece no canal externo e a reserva de teste segue o comportamento documentado da integração. A página informa que a criação de horários deve ocorrer no Feegow, mas não garante neste artigo todos os detalhes de escrita de agendamentos para cada configuração.

Registre o que o teste provou e o que ficou fora do escopo. Um horário visível não prova que todos os procedimentos, convênios, unidades ou profissionais estejam corretos.

Quando o caso pode ser encerrado?

O caso pode ser encerrado quando o cadastro e a grade corretos existem no Feegow, o suporte confirma a ação solicitada, o perfil correto aparece na Doctoralia e a disponibilidade esperada passa pela verificação aprovada.

Não encerre apenas com a resposta automática do chamado. Também não espere que uma reserva real revele o problema. Faça uma conferência controlada antes de divulgar o novo perfil ou orientar pacientes a usar o link.

Inferência operacional: guarde identificadores, unidade, tipo de ação, data do pedido, confirmação do suporte, data da verificação e resultado. Mantenha informações de pacientes fora desse registro.

Se o perfil estiver certo, mas bloqueios de agenda não refletirem, investigue outro contrato. Por exemplo, o bloqueio automático de feriado do Feegow não fecha a agenda Doctoralia e exige tratamento específico.

Perguntas frequentes

Criar o profissional no Feegow publica o perfil automaticamente?

Não segundo a documentação da integração. Depois do cadastro e da criação da grade, a clínica deve contatar o suporte para criar ou manter o perfil e a integração na Doctoralia.

Onde devo criar os horários do novo profissional?

No Feegow. O guia diz que todo o processo de criação de horários, inclusive os compartilhados para agendamento externo, deve ocorrer no Feegow.

A remoção do profissional também exige suporte?

Sim. A página inclui entrada, troca e remoção entre as mudanças que exigem cadastro ou ajuste no Feegow e contato posterior com o suporte.

Posso criar um perfil manual na Doctoralia enquanto aguardo?

Não use esse atalho sem orientação do fornecedor. Ele pode criar disponibilidade com outra origem e dificultar a reconciliação com a grade do Feegow.

Referências